essência






Quando durmo abro uma porta interna.
Atravesso os umbrais marrons da vida e chego
no limiar de minha  imaginação multicolorida.
Quando durmo, sonho os mais diversos temas,
e a cada sono um sonho distinto em cores imaginativas
[raro a repetição de um deles]
e se repete, é certo, não era sonho e sim pesadelo.
Quando durmo fecho meus olhos castanhos escuros
e abro minha alma colorida.
Se por fora não tenho cor, por dentro tenho vida.

Paulo Francisco




Alma by Zelia Ducan on Grooveshark

4 comentários:

Boris Estebitan disse...

Hola, un placer pasar por tu buen blog, te felicito por tu gran trabajo, aquí me tienes felicitándote. Te invito cordialmente a que leas mi nuevo poema titulado “El poema cósmico”, es un poema romántico entre estrellas, está publicado en el Blog de Boris Estebitan.

Existe Sempre Um Lugar disse...

Sentimos que cada sonho nos trás uma sensação diferente, mais tarde no estado de acordados acontece algo que nos dá a sensação de já o termos vivido.
Foi o sonho que nos tirou a cor por fora mas deu-nos vida por dentro.

Luciana Souza disse...

Oi Paulo
É minha primeira vez por aqui, mas já estou te seguindo. Muito legal o jeito que vc escreve, leve e suave. Gostei muito!
Bjos.
http://ashistoriasdeumabipolar.blogspot.com.br

Evanir disse...

Amado Amigo.
Postei seu poema e estou feliz e agradecida pela nossa bela e antiga
amizade.
Venha ver se gostou simmm?
Lindo feriado abraços sua amiga sempre ,Evanir..