Sentiu uma vontade louca de sair correndo
mas não pôde - Estava preso.
Preso a cordas invisíveis!
amarras com nós fortes e antigos.
Sentiu uma vontade enorme de gritar
mas não pôde – estava amordaçado!
mordaças aderentes e antigas.
Sentiu uma vontade enorme de não mais existir
mas não pôde – estava preso a um passado,
preso por laços afetivos e antigos.
Então, renunciou a si mesmo
E agora não sente vontade de nada
É pedra esculpida pelo vento
Sentado numa cadeira na varanda ele vê o tempo...
passando...
passando..
Passando o tempo.
Paulo Francisco
Esse texto parece comigo!
ResponderExcluirPresa ao passado.E vendo o tempo passando...
Presa por laços afetivos e antigos.
Essa é minha vida que você descreveu.
Beijinhos Paulo.
Ai, não quero ficar velha sentada em uma cadeira na varanda vendo o tempo passar!
ResponderExcluirQue lindo poetar, pois é, é uma realidade, ficar velho é mais ou menos assim!
Abraços meu amigo!
Triste sentir assim! Linda escrita! abração,chica
ResponderExcluirDe certa forma estamos todos assim presos a alguma coisa.
ResponderExcluirVoluntariamente ou não ,estamos!
Seus poemas estão muito lindos! fase de muita inspiração.
parabéns!