Moldura




Neste chão em que estou agora
deitado com o computador em meu peito
tentando escrever algo interessante
Percebo a lua lá fora brilhando dourada
um céu estrelado  e algumas nuvens faceiras
Neste chão em que estou agora
observando o que está lá fora
descubro que não há grade na janela.


Paulo Francisco


6 comentários:

Gracita disse...

Bom dia Paulo
E existe uma moldura mais linda que esta confeccionada pelos raios do luar? E a sua sensibilidade poética captou com esplendor essa magia nesses espetaculares versos.
Beijos com carinho

✿ chica disse...

Lindo e sem grades, ela, a lua, entra inteirinha...abração,chica

lis disse...

Dá pra imaginar essa 'moldura'nesse seu chão. rs
Daqui só vejo metade de um céu escuro entre brilhos de janelas acesas_ não é lua mas é bonito também.
abraço

Nelma Ladeira disse...

Também interpreto como a Chica.
Um poema lindo! Uma janela sem grades;Ela a lua entra inteirinha...
Beijinhos.

Vanuza Pantaleão disse...

Ah, sim!
Nada de grades, janelas abertas, muito ar pra respirar,e em companhia da amada lua

Você é um moço muito inspirado.
Beijos!

sandra mayworm disse...

Uma janela sem grades, um observador sensível. Tá pronto o poema!

Bjs