
Que esquisito!
Do cruzamento absurdo
De felino com ungulado
Surgiu o engraçado:
Camelo-leopardo
Coitados!
Cometeram um engano
Os antigos romanos
Nem camelo, nem leopardo
Aquele bicho africano
Tem longas pernas
Tem um grande coice
Quase mortal, nunca erra
E ai! Se assim não fosse
Grande velocista
Dana a disparar
Quando avista
Predador se aproximar
Esbelta
Tímida
Calada
É ela – a girafa
Que sorte!
Testemunha
De várias batalhas
Na África do sul
Na África do norte
A malhada sobreviveu
A todas as maldades
Paulo Francisco
Paulo Francisco, sua arca de Nóe prima pela beleza nos dizeres e imagens.Tenho acompanhado quando correndo passo! E fico no depois eu volto, quando vi, não fui! Agora vim e deixo-lhe um grande abraço!
ResponderExcluirNão havia lido antes versos sobre a girafa que traduzissem uma verdadeira homenagem. Gosto muito do seu porte elegante. Bjs.
ResponderExcluirBoa noite Paulo
ResponderExcluirUm animal garboso e elegante e nas suas palavras ganha força e beleza
Um poema fantástico.
Amigo Paulo hoje tem homenagem lá no Sonhos e Poesia
Parabéns pelo seu dia, grande escritor e exímio poeta
Um beijo no coração