
Não me culpe porque te amarei
Não lhe peço que me ame agora
Ainda não existo em sua memória
Em seu coração sempre estarei
Mesmo que ele não seja eterno
Que este amor seja sincero
Que tenha cheiro de flor do campo
Que seja tudo, que não seja santo
Não me culpe porque te amarei
E se um dia ele for embora
O amor que tanto lhe cantei
Não será sua, não será minha
A culpa do amor que definha
Pois em seu coração estarei
Paulo Francisco
Nada é pra sempre! Até mesmo um grande amor.
ResponderExcluirMais nunca se esquece,ele fica guardado em nossos corações.
Lindíssimo!
Beijos.
Certeza de quem ama, Paulo, a imortalidade da presença no coração do outro. Bjs.
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ResponderExcluirArrasou no soneto, Paulo!
Adorei.
Parabéns!
Grande abraço.