Não era dia - Não era noite
Era o
intervalo entre as duas partes
- um momento
crepuscular
A despedida
e a saudação de algo além-mar
Uma solidão
colorida se esvaindo em estrelas
Cobrindo os
meus cabelos negros e a minha pele fina
Uma solidão
necessária e válida!
Porque a
minha alma precisa do silêncio
do pendular
da rede
do som do ranger do vento
Não era dia
– não era noite
Eram os meus
olhos embaçados à espera do luar.
Paulo Francisco
Que lindo, amei ler e por sinal, ontem o luar estava esplêndido!
ResponderExcluirAbraços meu amigo poeta querido!
Cabelos pretos _estrelas cadentes.
ResponderExcluirMuito bonito!
ResponderExcluirUm abraço.