Não trago nas costas o
violino vermelho
Não ando
sorrateiramente espreitando tudo
Não me alimento de
almas alheias
Não carrego em mim a
peçonha do mundo
Afaste-se pra bem longe
com a sua teia
Não serei sua vítima – sua
pretensiosa
Mesmo com as minhas
asas pequenas
Voo livre nesse mundo grande
Não carrego comigo
nenhuma arma
- Exceto a Fé em mim cravada
De que um dia tudo será
diferente
- Pois a verdade será revelada.
Você com sua rede
viscosa,
E eu com a minha pena
alada.
Paulo Francisco

kkkk. vc não presta. rs
ResponderExcluirLinda inspiração, as teias, a imagem é linda, o poema para se refletir!
ResponderExcluirAbraços amigo poeta Paulo!
...às vezes nos enredamos em algumas
ResponderExcluirteias, até propositalmente...
seria um espírito de aventura?
smacksss