Confiança



















Não trago nas costas o violino vermelho
Não ando sorrateiramente espreitando tudo
Não me alimento de almas alheias
Não carrego em mim a peçonha do mundo
Afaste-se pra bem longe com a sua teia
Não serei sua vítima – sua pretensiosa
Mesmo com as minhas asas pequenas
 Voo livre nesse mundo grande
Não carrego comigo nenhuma arma
 - Exceto a Fé em mim cravada
De que um dia tudo será diferente
 - Pois a verdade será revelada.
Você com sua rede viscosa,
E eu com a minha pena alada.



Paulo Francisco

3 comentários:

  1. Linda inspiração, as teias, a imagem é linda, o poema para se refletir!
    Abraços amigo poeta Paulo!

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  2. ...às vezes nos enredamos em algumas
    teias, até propositalmente...

    seria um espírito de aventura?

    smacksss

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