Traços firmes e
delicados
passeiam na folha
branca
do papel. Cruzam-se
suavemente
entrelaçam-se centenas
de vezes
imitando a
arquitetura aracnídea
construída do lado de
fora da casa.
Ela pacientemente
caça.
Ele,
esperançosamente, procura
a saída da teia que
habita.
Paulo Francisco

Muito lindo! abração,chica
ResponderExcluiroi Paulo,
ResponderExcluireu não seria uma boa aranha,
não gosto dessa sensação de enredar,
prender alguém e ficar presa...
beijinhos
...uma arquitetura poética!
ResponderExcluirSmacksssss da Vivi!
Linda é a trama, bem arquitetada!
ResponderExcluirAmei ver e ler!
Mais abraços amigo poeta!