
Às vezes, minhas cores ficam claras
e neste meu céu de outono encontro gaivotas
agitadas
agitadinhas
Quase sempre, elas furtam minhas cores
brincam de esconde-esconde
deixam-me bobo de desejo - querendo namorar
De quando em quando, minhas cores são furtadas
por gaivotas agitadas - agitadinhas - que gostam de brincar
E neste tempo de mar calmo, eu, um montanhês nato,
fico a olhar para a planície querendo viajar...
Não sei se vou de trem, não sei se monto uma caravana
atravesso desertos e montanhas
ou se pego carona nas asas das agitadas gaivotas
que de quando em quando vem me visitar.
Paulo Francisco
Eu viajei nessas palavras, como num voo delas! Muito legal te ler!Adorei! abração,chica
ResponderExcluirEscritos que são uma delícia.
ResponderExcluirVoa nas asas das gaivotas.
beijão
... e eu amei ler essa harmônia linda!
ResponderExcluirBeijos meus!
Oi Paulo
ResponderExcluirViajei nas delícias da sua poesia e senti no rosto o sabor do vento no voo da liberdade. Belíssimo!
Beijinho
'A vida é mesmo assim,
ResponderExcluirdia e noite, não e sim' ... como na música.
_ um esconde-esconde sem fim
'nós somos medo e desejo,
somos feitos de silêncio e som...'
_ do jeitinho de um montanhes nato.
E fico eu a voar nessas asas bonitas.
boa noite bom dia ,Paulo
Que bela imagem! É foto sua?
ResponderExcluirCreio que a melhor viagem seria nas asas de uma delas, que dançam pelos ares. Seus versos parecem uma canção. Bj.