Fatal





Serpenteia em minha frente
Sua cobra mortal
Enganando muita gente
Você é fatal

Comportamento elegante
Com seu visual
Cores penetrantes
Camuflagem total

Igualmente como a naja
Sua peçonha é uma desgraça
Paralisa a nossa mente
Certamente nos mata

Não duvide de seu jeito
Tampouco da identidade
Surte o mesmo efeito
A sua integridade

Falsa ou verdadeira
Não importa mesmo não
Preservando a natureza
Tu não perdes a razão

Passando em sua frente
Deixe ir o animal
Ele é somente uma cobra
Uma cobra-coral!


Paulo  Francisco

2 comentários:

Rô... disse...

oi Paulo,

tenho medo de pessoas que são cobras,isso sim!!!
da cobra mesmo passo longe...

beijinhos

lis disse...

Também como a Rô nao gosto de bichos que rastejam.
Não usaria uma peça dessas!
Mas o poema ajustou certinho nessa musa.
abraços