Estávamos sentados na varanda quando avistamos um gavião. Ficamos ali olhando, admirando o planar da rapina. Era absoluto. De repente um voo rasante e uma presa em suas garras. Olhamos um para o outro e não falamos nada. Continuamos a olhar o céu, planando, num voo imaginário e absoluto.
Paulo Francisco
Voar no voo deles...Lindo! abração,chica e ótimo dia!
ResponderExcluirQue linda visão, poeta!!
ResponderExcluirAh, pode se 'achar', viu, porque
não tem destinatário, a não ser quem me ler!
rs
Bom dia!!!!
Beijos, luz e ternuras
Bom dia Paulo
ResponderExcluirA visão de um voo tão espetacular dispensa palavras
Um abraço e um ótimo dia
Adoro suas viagens. rs
ResponderExcluirUm misto de dor e beleza neste voo soberano. ... e eu te pergunto: todos os "voos" são assim?! Sentenças de morte e vida se encontrando na amplidão?...
ResponderExcluirBoa a sensação que o voar proporciona
ResponderExcluir_ as vezes de medo mesmo , essa adenalina das alturas.
Estou gostando dos seus voos.
Ver o voo de certas aves é apaixonante. Entranhamos neles, não? Quando vejo os gaviões que me visitam vez ou outra e pousam nos ciprestes altíssimos do meu jardim a euforia me possui! Até já mostrei-os em post, inclusive em pleno namoro. Um abraço, tudo de bom!
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