Rasante



Estávamos sentados na varanda quando avistamos um gavião. Ficamos ali olhando, admirando o planar da rapina. Era absoluto. De repente um voo rasante e uma presa em suas garras. Olhamos um para o outro e não falamos nada. Continuamos a olhar o céu, planando, num voo imaginário e absoluto.

Paulo Francisco

7 comentários:

✿ chica disse...

Voar no voo deles...Lindo! abração,chica e ótimo dia!

Aparecida Ramos disse...

Que linda visão, poeta!!
Ah, pode se 'achar', viu, porque
não tem destinatário, a não ser quem me ler!
rs
Bom dia!!!!
Beijos, luz e ternuras

Gracita disse...

Bom dia Paulo
A visão de um voo tão espetacular dispensa palavras
Um abraço e um ótimo dia

brisonmattos disse...

Adoro suas viagens. rs

Luciah López disse...

Um misto de dor e beleza neste voo soberano. ... e eu te pergunto: todos os "voos" são assim?! Sentenças de morte e vida se encontrando na amplidão?...

lis disse...

Boa a sensação que o voar proporciona
_ as vezes de medo mesmo , essa adenalina das alturas.
Estou gostando dos seus voos.

Maria Luiza disse...

Ver o voo de certas aves é apaixonante. Entranhamos neles, não? Quando vejo os gaviões que me visitam vez ou outra e pousam nos ciprestes altíssimos do meu jardim a euforia me possui! Até já mostrei-os em post, inclusive em pleno namoro. Um abraço, tudo de bom!