Ando preso na amplidão do mundo
Perco-me na imensidão do tempo
Estou adverso a tudo - ando querendo ficar
Tento agarrar o vento na esperança de voar
Tento guardar a luz na esperança de enxergar
Estou adverso a tudo - fico querendo andar
Pinto de vermelho o que antes era azul e o roxo furta a cor
Ando meio maluco sem saber pra onde ir - sem saber se vou.
E quando paro ao espelho sou o próprio estrangeiro a se
admirar.
Paulo Francisco

Dá varanda para este mundo de cores e belezas.
ResponderExcluirbeijo
Genial!
ResponderExcluirHomem estranho de si próprio. Quantas vezes acontece.
Beijinho
por vezes temos de largar "a varanda da nossa casa" para procurar um mundo cheio de cores
ResponderExcluirbeijos
Preciso voltar lá e reler reler porque a despedida daquela varanda foi 'qualquer coisa' e ... vou ficando mais íntima_ descendo ao quintal ! rs
ResponderExcluirgrande sacada Paulo, adorei.
Que bom!
ResponderExcluirOlho com ternura a Varanda onde vc me deu tantos intantes
cheios de vida e beleza e corro ao quintal onde "até posso
deixar" uma palavrinha e o meu carinho.
Beijo.
isa.
belíssimo
ResponderExcluirgostei tanto do poema como da imagem
beijo
;)
Que bom ver casa aberta aqui,rs... Lindo e sempre passei aqui , mesmo com a porta fechada,rs abração,chica
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